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Duke – Tomo 1 – a lama e o sangue

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REF: LIV.112 Categoria:

Descrição

EM 1886, UM DOS PEQUENOS POVOADOS DO COLORADO, NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, VÊ-SE ATEMORIZADO POR SÁDICOS PISTOLEIROS CONTRATADOS PELO PROPRIETÁRIO DE UMA MINA, OS QUAIS NÃO TÊM QUAISQUER ESCRÚPULOS EM ASSASSINAR TODOS OS QUE CRUZAM O SEU CAMINHO.

MAS QUANDO AS VÍTIMAS COMEÇAM A SER MULHERES E CRIANÇAS, DUKE, O AJUDANTE DO XERIFE LOCAL, É OBRIGADO A ABANDONAR A SUA NEUTRALIDADE E A REVELAR QUE MELHOR SABE FAZER: RECORRER ÀS ARMAS.

Autor

Hermann Huppen nasceu na Bélgica em Julho de 1938. Depois de ter terminado os estudos  para ser fabricante de móveis, e de ter trabalhado duas semanas nesta profissão, abandona-a para ingressar num gabinete de arquitectura. Paralelamente, e à noite,  Hermann  estuda desenho de arquitectura e de decoração interior na Academia de Belas Artes de St. Gilles (Bruxelas).

Após uma permanência de 3 anos no Canadá, regressa a Bruxelas e casa-se. O acaso dita-lhe como cunhado Philippe Vandooren, futuro director editorial da Dupuis, o qual lhe encomenda uma pequena BD para uma revista de que é responsável. Essa história chama a atenção de Greg, que entra em contacto com o jovem autor e lhe propõe uma experiência de 6 meses no seu estúdio. E é assim que em 1966 Herman começa a ilustrar Bernad Prince, uma série escrita por Greg e que é publicada na revista Tintin. Depois de uma incursão na série Jugurtha (1967), da qual desenha os dois primeiros tomos, Hermann retoma a colaboração com Greg em Comanche, série que surge em Dezembro de 1969.

Em 1977, Hermann sente necessidade de criar a sua própria história e lança-se na sua primeira série a solo: Jeremiah. Entre 1980 e 1983 ilustra Nic, uma série com argumento de Morphée (aliás Philippe Vandooren). Em 1984 iniciou uma série que decorre na Idade Média, As Torres de Bois Maury.

Exigente, curioso e criador incansável, Hermann dedica-se na década de 90 à criação de “one-shots”: Missié Vandisandi (1991), Sarajevo-Tango (1995), Caatinga (1997) ou On a tué Wild Bill (1999).

Em 2000, e com a cumplicidade de Van Hamme,  desenha Lune de Guerre. Depois, com argumentos do filho, Yves H.,  surgem histórias como Liens de Sang,  Le Secret des Hommes-Chiens, Rodrigo, Zhong Guo, Manhattan Beach 1957, The Girl From Ipanema… ou Duke.

Hermann, que recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, foi em 2016 distinguido com o Grande Prémio do Festival de Banda Desenhada de Angoulême.